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CURSO: OS SETE PONTOS DE FORÇA E OS FLORAIS DA AMAZÔNIA

A terapia floral aconteceu e impactou o mundo de forma sutil como a natureza das flores, antes que qualquer analista tivesse tempo ou interesse em perscrutar seus mecanismos de ação.

Quando o Dr. Edward Bach lançou ao mundo sua pesquisa sobre o poder curativo das essências das flores, certamente não se imaginava que sua divina inspiração se tornaria a grande referência terapêutica que hoje representa no seio da humanidade. Entretanto assim aconteceu porque estava chegada a hora de resgatar este conhecimento, presente em muitas culturas tradicionais dos tempos antigos e relegado ao esquecimento pela ação erosiva do tempo.

Cresceu a Ciência Oficial Ocidental trazendo importantes descobertas a benefício da saúde humana. O pensamento analítico que a norteou, entretanto, relegou a um segundo plano certos conhecimentos que se baseavam em percepções mais sutis e pautadas por uma visão holística da vida em todas as suas expressões, seu equilíbrio relacionado à interdependência dos diversos reinos, consolidando um conceito mais amplo de saúde, doença e cura.

Assim, quando as essências florais despontaram em pleno século vinte, foram inicialmente tratadas pela Ciência quase como um placebo ou algo insignificante, cuja forma de ação não merecia ser objeto de estudos. Mas, o tempo trouxe a expansão rápida e incontestável da pesquisa da terapia das flores, em todo o mundo, nos diversos ecossistemas do planeta, entre todos os povos das mais variadas origens e tradições.

Seus protagonistas buscaram terminologias e nomenclaturas que se adequassem às suas percepções do fenômeno. Fomos proibidos por lei, de falar de “cura” para nos referirmos ao efeito da terapia floral, pois estava comprovado que as essências não possuíam ação bioquímica detectável. Durante algum tempo, utilizamos o termo “vibracional”, mas o tempo demonstrou que sua sutileza transcendia o nível da vibração, pois seus efeitos eram constatáveis, porém não mensuráveis. Enfim, estas gotinhas provocaram uma revolução. Foi quando a Física Quântica – que traz um novo paradigma dentro do pensamento científico, procurando acatar todos os fenômenos inexplicáveis como verdadeiros e se abrindo a novos rumos de pesquisa – veio em nosso socorro e conseguiu explicar com sua linguagem própria, e reconhecida cientificamente, o misterioso “milagre das flores”, descrevendo o processo terapêutico como “interação de campos de consciência”. Esta nova descrição causou movimento e despertou bastante estudos no seio dos próprios pesquisadores de florais, pois nem todos conseguiram assimilar de imediato esta linguagem, ou esta informação.

A classificação do nosso sistema apresenta as flores da mata virgem como resgatadoras de memórias profundas e ancestrais, através da sintonia com aquelas flores do reino vegetal e fungui, naquela região de espécies milenares preservadas, portadoras do registro de memórias muito antigas. Assim sempre entendemos os florais. O Ser Humano resgata seu estado de equilíbrio ou seus padrões originais de comportamento saudável, através da observação ou do espelhamento do comportamento dos seres elementais dos reinos da Natureza, expressos nas flores. Dentro desta concepção o indivíduo vai estudar os seus desequilíbrios à luz da consciência de suas emoções e sentimentos e vai percorrer o caminho da lembrança de como alterou seus padrões de saúde e chegou até mesmo a se fragilizar e a se tornar vulnerável aos agentes patológicos como os vírus, bactérias, etc.

Portanto, nossa visão, marcada por forte influência das tradições seculares ou milenares da Floresta Amazônica, encontrou nesta atual explicação científica da terapia floral um suporte e um parâmetro universal na proposta de alinhamento entre todos os que pesquisam a benefício da saúde da humanidade, com pureza de intenções.

Escrito por Maria Alice Campos Freire

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